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Abstract

Questione tudo o que você achava que sabia sobre healthcare, desafia futuróloga no SXSW



Fugir do tradicional e abraçar de vez a inovação, em seus mais diferentes formatos. Esse deve ser o olhar em 2023 dos players da área da saúde, sugere a futuróloga Amy Webb, em seu tradicional relatório de tendências, que acaba de ser divulgado no Festival de Inovações South by Southwest (SXSW), em Austin, nos Estados Unidos. A Connext Health também está presente no evento, através do seu fundador Cristiano Englert.


Entre os grandes destaques citados pela especialista no relatório "Tech Trends 2023", iniciativas e tecnologias disruptivas voltadas ao healthcare surgem com força neste ano. Um exemplo que ilustra esse movimento é o novo lançamento da Amazon. A multinacional referência em tecnologia anunciou, em janeiro, o RxPass, serviço de assinatura de medicamentos. Por apenas $5 mensais (em conversão, R$26,34), o usuário terá acesso ilimitado - e envio gratuito - dos medicamentos genéricos mais utilizados no mundo.


“No futuro, procure a Amazon para executar uma estratégia ampla que visa nada menos do que reinventar todo o ecossistema de saúde dos Estados Unidos”, declarou Webb.

O relatório aborda a importância de aderir e investir em serviços tecnológicos de saúde que conversem diretamente com o consumidor (B2C), alternativa relevante para organizações que buscam atender as necessidades da Geração Z. Com novas alterações nas políticas de dados, agora, os americanos irão poder obter legalmente - e com muito mais facilidade - seus laudos médicos, o que gera milhares de novas oportunidades e, também, desafios operacionais para organizações envolvidas com o sistema de saúde.


Para que startups focadas em tecnologia e healthcare possam encontrar novos nichos de mercado, é preciso investir seus esforços no ‘mundo real’. A tendência é que, cada vez mais, grandes empresas mirem seus olhares para periferias e comunidades rurais, parcela da população que normalmente não têm cuidados médicos ou sequer acesso à saúde. Webb garante ser essencial que investidores de risco lutem para derrubar barreiras existentes impostas pelo sistema de saúde enquanto buscam por parcerias e investem em novas startups.


Avanços significativos na Inteligência Artificial (IA) e sensores estão expandindo as possibilidades de diagnóstico, seja pela telemedicina ou no desenvolvimento de novas máquinas e instrumentos. Dados obtidos por sensores de grau clínico, por exemplo, são triados por algoritmos, o que reduz o tempo desde os primeiros insights até a definição de qual o melhor tratamento.


Porém, ao passo que a tecnologia avança, a desinformação também. A futuróloga reforça que a desinformação médica continuará a trazer consequências significativas para o setor. Mais do que campanhas duvidosas relacionadas a vírus ou vacinas, surge uma nova interface de falsificações médicas em imagens de diagnóstico, capaz de criar, ou até remover, tumores e outras condições.


O que fazer frente a essas tendências?


Mais do que estar atento às tendências, é saber se portar diante delas. De acordo com a futuróloga, empresários e suas equipes devem estar aptos para questionar tudo o que achavam que sabiam sobre healthcare, para, assim, serem capazes de desenvolver modelos novos e tecnológicos que façam sentido no futuro.


O relatório convida empresas a avaliarem como as tendências tecnológicas citadas podem - e irão - impactar o futuro de diferentes organizações. É necessário analisar qual aspecto levantado irá afetar sua organização primeiro e quais serão suas consequências, para, a partir daí, traçar um plano estratégico que transforme possíveis adversidades em qualidades competitivas que irão fazer sua empresa se destacar no mercado.


Confira mais conteúdos sobre o mercado de tecnologia voltado à saúde no blog da Connext Health.

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